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Regimentos internos dos núcleos são aprovados.

Por meio da Portaria nº 249/2017, de 18 de julho, foram aprovados os regimentos internos do Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Especiais (NAPNE), do Núcleo de Estudos Afro-brasileiro e Indígenas (NEABI) e do Núcleo Educacional de Gênero e Sexualidade (NEGES), todos do Campus Palmas do Instituto Federal do Tocantins (IFTO).

Além disso, foram designados os responsáveis técnicos pelos núcleos. Durante o primeiro ano de funcionamento dos núcleos, os responsáveis serão: professor Euler Rui Barbosa (NAPNE), professor Sérgio Roberto Jorge Alves (NEABI) e a técnica em Enfermagem Milene Wermuth (NEGES).

Cada núcleo tem suas demandas e especificidades, o NAPNE visa o cumprimento da legislação (nacional e internacional) direcionada à dignidade da pessoa humana, ao respeito às diferenças, à promoção da diversidade e inclusão para a eliminação do preconceito e da discriminação. O responsável técnico pelo núcleo, professor Euler Rui, cita um trecho de um poema de sua autoria para demostrar suas expectativas quanto ao NAPNE, “prá que falar se sou bilíngue com as mãos! Prá que olhar, se posso sentir! Prá que correr, se não quero cansar! Prá que intelectualizar, se não preciso me mostrar! Prá que excluir, se é mais fácil incluir!”.

Já o NEABI tem como objetivo a realização de pesquisas relacionadas às questões etnicorraciais, subcategorizadas em: afro-brasileira, africana e indígena. Segundo o professor Sérgio, responsável técnico pelo NEABI, “torna-se nos dias atuais, preponderante a construção de espaços de debates das questões étnicas, para o empoderamento de negros, negras e indígenas sobretudo, no que se refere a assuntos pertinentes aos seus cotidianos”.

Por sua vez, as ações do NEGES também visam o cumprimento da legislação (nacional e internacional) direcionada à dignidade da vida humana, ao respeito às diferenças, a promoção da diversidade e inclusão para a eliminação do preconceito e da discriminação. Sua responsável técnica Milene, ressalta que, “promover a alteridade é acima de tudo levar a consciência plena do respeito à cidadania de toda pluralidade humana”.

Os três núcleos estão vinculados à Coordenação de Educação Inclusiva e Diversidade (CEID) e, de acordo com Rosana Corrêa, diretora de Apoio ao Estudante e Servidor do Campus Palmas e presidente da comissão de reestruturação dos núcleos, “por enquanto as instalações da CEID serão, também, utilizadas pelos núcleos para reuniões e outras atividades correspondentes, até conseguirem o seu próprio espaço”.

Entre as responsabilidades dos núcleos está o levantamento de informações para identificação do público-alvo e promoção da inclusão no Campus Palmas.

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